CONTEXTO & DESAFIO
2024 era ano olímpico, e o vôlei brasileiro vinha de casos de racismo na Superliga B. A CBV queria se posicionar de forma clara contra qualquer tipo de discriminação, de homofobia e racismo a assédio e intolerância religiosa, e lançar esse recado no Maracanãzinho, na estreia da Liga das Nações feminina, no Dia Internacional de Combate à LGBTfobia.
INSIGHT
Jogo é transmissão. Se tem preconceito na quadra, na arquibancada ou nas redes, o sinal cai: não tem jogo.
CONCEITO
Com preconceito não tem jogo. Uma frase curta, dita como regra, que vale para qualquer forma de discriminação.
A linguagem visual nasceu da TV fora do ar: chuvisco, ruído, barras coloridas de "sem sinal". Cada tipo de preconceito ganhou sua peça, sempre com a mesma assinatura: a gente não aceita quem não respeita.




EXECUÇÃO
Em 17 de maio de 2024, no jogo Brasil x Estados Unidos, as líberos Natinha e Nyeme entraram em quadra com uma camisa especial nas cores das bandeiras da diversidade. A torcida recebeu tatuagens temporárias com a frase da campanha, e o manifesto foi lançado durante a partida, com participação de atletas e ex-atletas como Anderson Melo, Thiagão, Maria Clara e Fabiana. A ação se repetiu na Liga das Nações masculina e seguiu nas redes da CBV até os Jogos de Paris.


LEGADO
A campanha virou posicionamento permanente da CBV: em 2025 e 2026, a confederação lançou com a Volt Sport camisas especiais pela causa LGBTQIAPN+ e pela Consciência Negra, retomando o "Com preconceito não tem jogo".

