Com preconceito não tem jogo — CBV

CBV

Com preconceito não tem jogo

O vôlei brasileiro tirou o preconceito do ar.

ClienteConfederação Brasileira de Voleibol
AnoMaio / 2024
PapelDireção Criativa (com Alex Mota) e Direção de Arte
CategoriaCampanha de causa · Ação em quadra · Manifesto

CONTEXTO & DESAFIO

2024 era ano olímpico, e o vôlei brasileiro vinha de casos de racismo na Superliga B. A CBV queria se posicionar de forma clara contra qualquer tipo de discriminação, de homofobia e racismo a assédio e intolerância religiosa, e lançar esse recado no Maracanãzinho, na estreia da Liga das Nações feminina, no Dia Internacional de Combate à LGBTfobia.

INSIGHT

Jogo é transmissão. Se tem preconceito na quadra, na arquibancada ou nas redes, o sinal cai: não tem jogo.

CONCEITO

Com preconceito não tem jogo. Uma frase curta, dita como regra, que vale para qualquer forma de discriminação.

A linguagem visual nasceu da TV fora do ar: chuvisco, ruído, barras coloridas de "sem sinal". Cada tipo de preconceito ganhou sua peça, sempre com a mesma assinatura: a gente não aceita quem não respeita.

Com preconceito não tem jogo (CBV) — ConceitoCom preconceito não tem jogo (CBV) — ConceitoCom preconceito não tem jogo (CBV) — ConceitoCom preconceito não tem jogo (CBV) — Conceito

EXECUÇÃO

Em 17 de maio de 2024, no jogo Brasil x Estados Unidos, as líberos Natinha e Nyeme entraram em quadra com uma camisa especial nas cores das bandeiras da diversidade. A torcida recebeu tatuagens temporárias com a frase da campanha, e o manifesto foi lançado durante a partida, com participação de atletas e ex-atletas como Anderson Melo, Thiagão, Maria Clara e Fabiana. A ação se repetiu na Liga das Nações masculina e seguiu nas redes da CBV até os Jogos de Paris.

Com preconceito não tem jogo (CBV) — ExecuçãoCom preconceito não tem jogo (CBV) — Execução

LEGADO

A campanha virou posicionamento permanente da CBV: em 2025 e 2026, a confederação lançou com a Volt Sport camisas especiais pela causa LGBTQIAPN+ e pela Consciência Negra, retomando o "Com preconceito não tem jogo".

Com preconceito não tem jogo (CBV) — Legado

Ficha técnica

Cliente
CBV — Confederação Brasileira de Voleibol
Agência
End to End
Ano
2024
Direção Criativa
Digão Azevedo, Alex Mota
Roteiro
Alex Mota
Direção de Arte
Digão Azevedo, Wagner Trecce, Caio Martello
Design de Estampa
Caio Martello, Wagner Trecce
Audiovisual
Muevo Studio, Brenner Espíndola
Conteúdo
Ana Clara Campos
Projeto
Danielle Vilhena, Raquel Quintino
Próximo projetoAllianz Parque, 10 anos